O horror da Guerra Civil Espanhola guardada em Belchite

Toda guerra deve ser repelida e não fomentada. A paz e a razão deveriam imperar sobre a humanidade. Locais como a cidade aragonesa de Belchite são a prova dos horrores da Guerra Civil Espanhola no início do século 20.

Justamente para preservar essa memória horrível do potencial de destruição destes eventos é que as ruínas da cidade foram preservadas como um museu “vivo” da barbárie.

Após a destruição da cidade em uma batalha sangrenta e importante no período, seus cidadãos sobreviventes percorriam os escombros recolhendo corpos de familiares, amigos, vizinhos. Humanos que sofreram a fatalidade belicosa da violência.

Francisco Franco, ditador fascista da Espanha, deixou a cidade destruída como estava justamente para provar seu poder de destruição contra quem tentasse se opor a ele. Justamente, provou para os tempos futuros os horrores que era capaz de cometer para manter-se no poder.

O horror da Guerra Civil Espanhola guardada em Belchite

Imagem de Wikipedia / por ecelean

Agora, a aldeia destruída está sendo preservada como memória para que reflitamos todos sobre a barbárie das guerras, da violência e das piores expressões humanas por domínio.

A cidade nova de Belchite foi construída ao lado das ruínas, tendo a antiga aldeia apenas ruas limpas para tráfego de visitantes locais e turistas de todo o mundo.

Ao visitar a Espanha, principalmente se ir a Zaragoza (noroeste da Espanha), passe em Belchite para viver parte da história, ainda que dolorosa e chocante, da Espanha e do mundo.

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Vagner Rodrigues
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